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	<title>Casa da Reconciliação &#187; Organismos Ecumênicos</title>
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		<title>Oração Inter-religiosa de solidariedade pelo Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2024 20:35:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Queridos irmãos, Antes de mais nada, mais uma vez expresso a minha gratidão, em nome das três entidades, pela participação na nossa Oração Inter-religiosa. O nosso evento está disponível no link a seguir. Peço que compartilhem com suas respectivas comunidades para que tenhamos mais pessoas unidas a nós nesse momento de espiritualidade Assalamu Alaikum! Paz! [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos irmãos,</p>
<p>Antes de mais nada, mais uma vez expresso a minha gratidão, em nome das três entidades, pela participação na nossa Oração Inter-religiosa.</p>
<p>O nosso evento está disponível no link a seguir. Peço que compartilhem com suas respectivas comunidades para que tenhamos mais pessoas unidas a nós nesse momento de espiritualidade</p>
<p>Assalamu Alaikum! Paz! Shalom!</p>
<p><a href="http://casadareconciliacao.com.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-17.32.29.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7483" src="http://casadareconciliacao.com.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-17.32.29-300x176.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-05-29 at 17.32.29" width="300" height="176" /></a><a href="http://casadareconciliacao.com.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-29-at-17.32.29.jpeg">https://youtu.be/HwZkUGbuLOg?si=veaGcvgrNvD3C4DM</a></p>
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		<title>Orações</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 22:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pai nosso (versão ecumênica) Pai nosso que estás nos céus, Santificado seja o teu nome, venha o teu Reino, Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje, perdoa-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pai nosso (versão ecumênica)</strong></p>
<p>Pai nosso que estás nos céus,<br />
Santificado seja o teu nome,<span id="more-1051"></span><br />
venha o teu Reino,<br />
Seja feita a tua vontade,<br />
assim na terra como no céu.<br />
O pão nosso de cada dia nos dá hoje,<br />
perdoa-nos as nossas ofensas,<br />
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.<br />
E não nos deixes cair em tentação,<br />
mas livra-nos do mal.<br />
Pois teu é o Reino,<br />
o poder e a glória para sempre.<br />
Amém.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Credo Apostólico (versão ecumênica)</strong></p>
<p>Creio em Deus Pai, todo-poderoso,<br />
criador do céu e da terra.<br />
E em Jesus Cristo,<br />
seu único Filho, nosso Senhor,<br />
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo.<br />
Nasceu da virgem Maria,<br />
padeceu sob Pôncio Pilatos,<br />
foi crucificado, morto e sepultado.<br />
Desceu à mansão dos mortos.<br />
Ressuscitou ao terceiro dia.<br />
Subiu aos céus,<br />
está sentado à direita de Deus Pai, todo-poderoso,<br />
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.<br />
Creio no Espírito Santo,<br />
na Santa Igreja Universal,<br />
na comunhão dos santos,<br />
na remissão dos pecados,<br />
na ressurreição do corpo e na vida eterna.<br />
Amém.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Orientações para Celebrações Ecumênicas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 21:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), buscando ser fiel à oração do Senhor Jesus Cristo, &#8220;para que todos sejam um&#8221; (Jo 17,21) tem estimulado as celebrações ecumênicas, especialmente por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Vê com alegria as inúmeras iniciativas de celebrações ecumênicas tomadas por diferentes grupos e comunidades, em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), buscando ser fiel à oração do Senhor Jesus Cristo, &#8220;para que todos sejam um&#8221; (Jo 17,21) tem estimulado as celebrações ecumênicas, especialmente por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. <span id="more-1045"></span>Vê com alegria as inúmeras iniciativas de celebrações ecumênicas tomadas por diferentes grupos e comunidades, em distintas ocasiões. No contexto ecumênico, celebrar é fortalecer laços de amizade, é aprofundar o conhecimento mútuo, é crescer em direção à unidade, na prática comum da adoração, do louvor e da oração.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que tal prática cresça mais ainda. Em cada encontro de grupos e comunidades de confissões diferentes é importante que se experimente a celebração conjunta. Temos certeza de que, através da oração comum, o Senhor Jesus nos ajudará e fortalecerá no caminho da unidade. A cada celebração comum tornar-se-á mais claro o que nos une. Ver-se-á também mais claramente o que é próprio e específico de cada denominação cristã: as tradições distintas, em canto e oração, as diferentes compreensões de liturgia e sacramentos, acentos distintos no anúncio da Palavra. E a oração pela unidade nos fará crescer em fé, esperança e amor, apesar das diferenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Não obstante, não se pode ignorar tais diferenças. Ainda que, em muitos aspectos, as Igrejas cristãs estejam bem próximas umas das outras, em alguns outros há divergências. E se queremos celebrar o que nos une, é fundamental que em nosso entusiasmo não voltemos a nos magoar reciprocamente. O que é possível e normal, e até mesmo essencial para uns, pode não sê-lo para outros, por razões doutrinárias ou de costume. O que parece lógico na liturgia de minha comunidade pode não sê-lo para a outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto mais necessário será, pois, buscar aprofundar o conhecimento mútuo, de Igreja em Igreja, antes de prepararmos qualquer celebração. Visitas às celebrações particulares, de parte a parte, diálogo sobre questões doutrinárias e litúrgicas, informação recíproca sobre as tradições e costumes litúrgicos deveriam sempre preceder qualquer celebração ecumênica.</p>
<p style="text-align: justify;">As Igrejas que compõem o CONIC têm dialogado constantemente sobre tais questões. É a partir desse diálogo que brotam as orientações aqui propostas. Tomam em conta o conjunto de nossas Igrejas. Não querem limitar as celebrações ecumênicas entre comunidades ou grupos de Igrejas, cuja compreensão litúrgica ou sacramental permita maiores avanços. Querem, antes, respeitar e ajudar a respeitar os limites próprios de cada confissão, servindo de auxílio para uma crescente prática de tais celebrações. Antes de mais nada, porém, são a expressão de nosso grande anseio e de nossa mais forte esperança por uma unidade cada vez mais efetiva das comunidades cristãs, apesar das dificuldades que todos nós sentimos em concretizá-la na Santa Ceia. Temos certeza de que, no futuro, o Senhor mesmo nos reunirá a todos e todas em torno de sua mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto esperamos firmemente esta unidade vindoura, julgamos importante que, para celebrações ecumênicas, tome-se em conta o que se segue:</p>
<p><strong>Preparo conjunto de celebração por todas as partes envolvidas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É de fundamental importância que qualquer celebração ecumênica seja preparada em conjunto, desde o seu mais remoto princípio. De comunidade a comunidade ou em grupos ecumênicos que querem celebrar seu encontro, sempre será necessário que todas as partes estejam representadas em tal preparação. É impensável que representantes de um ou dois grupos denominacionais preparem tudo e depois convidem os outros. Mesmo que, em algum encontro ecumênico, um dos grupos denominacionais esteja fracamente representado, quem sabe por apenas uma pessoa, não existe argumento para não convidá-la para a preparação. Sua identidade confessional precisa ser respeitada desde o início.</p>
<p style="text-align: justify;">No preparo conjunto da celebração será necessário definir:</p>
<p style="text-align: justify;">- as pessoas que tomarão parte na oração comum;<br />
&#8211; os motivos para essa celebração;<br />
&#8211; os textos bíblicos, os hinos e as orações;<br />
&#8211; o local da celebração;<br />
&#8211; os serviços e o papel que cada pessoa desempenhará na celebração.</p>
<p><strong>Preocupação com a sensibilidade da comunidade que se reunirá</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A representação de todas as partes, mesmo das minoritárias, no preparo da celebração, garante, desde o início, uma preocupação com a sensibilidade da comunidade que se reunirá. Afinal, todas as pessoas que depois participarão devem poder sentir-se à vontade na celebração. O mal-estar por parte de um grupo ou mesmo de uma só pessoa quebrará a unidade que se almeja na oração comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vista disso, um bom preparo da celebração deverá contar com a sinceridade fraterna de todas as partes. É fundamental que cada representante confessional expresse com franqueza as dificuldades e as possibilidades que vê em cada sugestão, tanto para si próprio quanto para a comunidade a que pertence. Aí não vale a pressão de grupo. Uma celebração ecumênica não pode ser pedra de tropeço para nenhuma pessoa que dela participa. Constrangimentos de parte a parte, ainda que reprimidos, não ajudam na busca da unidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite-se, pois, textos bíblicos controversos, cantos muito próprios de uma só confessionalidade, fórmulas litúrgicas e símbolos característicos de uma só igreja. Pense-se, a cada instante, em não ferir sensibilidades. Arrojos maiores deveriam ser experimentados apenas em grupos com uma história ecumênica maior e só depois de se haverem esclarecido eventuais diferenças doutrinárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda em vista das sensibilidades, é importante pensar em explicações do que se pretende, além de ensaios de partes da celebração. A liturgia a ser utilizada deve ser apresentada com clareza à comunidade reunida. Especialmente cantos, refrões e fórmulas litúrgicas que se queiram usar, devem ser ensaiados com a comunidade antes da celebração. Grupos majoritários têm a tendência de utilizar cantos e refrões que lhes são conhecidos e se esquecem de que outras pessoas não sabem cantá-los. E como é ruim a sensação de quem não canta ou apenas faz que canta algo desconhecido! Ensaio é partilha de tradições peculiares. É importante partilhar.</p>
<p><strong>Definição do local da celebração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A definição do local também está ligada à preocupação com a sensibilidade da comunidade. Numa primeira experiência, será sempre prudente escolher um local neutro para a celebração, num templo confessional, numa capela de uma comunidade específica, sempre existem símbolos que podem ferir sensibilidades. Toda e qualquer decoração do ambiente deve ser bem pensada pela equipe que prepara a celebração.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, visitas de parte a parte devem ser estimuladas e encorajadas. É importante que percamos o medo e a rejeição a ambientes próprios de comunidades diferentes. Ao se optar por um templo, em particular, para a celebração ecumênica dever-se-ia garantir o compromisso de rodízio para as vezes seguintes. É um bom costume popular retribuir visitas. Vizinhos vieram visitar-me em minha casa. Esperam agora que eu vá ao seu lugar. Tanto eles quanto eu, faremos todo o possível para que cada qual se sinta em casa alheia como se estivesse na própria.</p>
<p><strong>Definição das pessoas que presidirão a celebração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É importante que todas as denominações representadas desempenhem um serviço ou tarefa na celebração ecumênica. Em celebrações públicas seria ideal que ministros ordenados de cada denominação assumissem os diferentes serviços. Em grupos de estudo, tais ministérios podem ser delegados a outras pessoas. Também aí, porém, que se presida a celebração de forma colegiada, dando a cada parte uma função clara e específica.</p>
<p style="text-align: justify;">Também aqui se deve tomar especial cuidado para não ferir sensibilidades, buscando um bom equilíbrio na distribuição dos serviços. As pessoas de diferentes grupos confessionais que formarão a comunidade ecumênica reunida para a celebração, necessitam sentir-se representadas de igual para igual. Por isso, será oportuno informar a comunidade, já no início, a respeito dos diferentes serviços que cada qual irá desempenhar. Quando necessário e possível, explique-se também as razões da distribuição de tarefas.</p>
<p><strong>A celebração em si</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A forma que cada celebração assumirá vai depender sempre da criatividade das pessoa que a prepararem. É importante que se faça uso de ampla liberdade criativa, respeitados os limites que se apresentarão para cada denominação.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é nossa intenção apresentar aqui esquemas a serem seguidos por ocasião de celebrações ecumênicas. A riqueza da experiência litúrgica, trazida pelas diferentes denominações, certamente estará presente na sua preparação. Não obstante, queremos apontar para elementos do culto cristão, comuns a nossas igrejas, que julgamos não deveriam faltar numa tal oração comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Tomamos por evidente que o culto deva começar com uma boa acolhida, apresentação das pessoas que o presidirão, explicações e ensaios necessários. Também é natural que uma boa e viva celebração conte com muitos cantos, bem ensaiados, a fim de serem cantados com alegria e entusiasmo pela comunidade. Além disso, uma boa celebração ecumênica deveria contar com:</p>
<p><strong>Adoração da Santíssima Trindade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós temos em comum iniciar nossos cultos com a constatação da presença de Deus. Pai, Filho e Espírito Santo. Conforme o próprio Jesus, onde dois ou três estão reunidos em seu nome, ali ele está no meio deles (Mt 18,20). Cada vez que sua comunidade se reúne, o trino Deus já está presente. Começamos nossa celebração adorando o seu santo nome.</p>
<p><strong>Confissão de culpa e anúncio do perdão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando o profeta Isaias, por ocasião de sua vocação no templo (Is 6), constatou que estava na presença de Deus, sentiu-se perdido. Seus lábios eram impuros para louvar ao Senhor. Uma brasa viva, trazida por um dos serafins, purificou seus lábios, e seu pecado foi perdoado.</p>
<p style="text-align: justify;">Também nós, colocados diante de Deus, necessitamos confessar nossa culpa e pedir perdão da parte do Senhor. Numa celebração ecumênica, nossa maior culpa que está diante de Deus é certamente a nossa divisão. É importante que a coloquemos diante dele, e que recebamos o perdão, o anúncio da graça que nos permite buscar a superação que nos divide e separa.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente há muitos outros motivos para pedirmos perdão de Deus. Tudo o que pesa sobre as pessoas reunidas em comunidade deveria ser trazido nesta oração. Talvez seja oportuno lembrar que só podemos pedir perdão pelos nossos próprios pecados. A confissão de pecados não é lugar para denúncia de pecados alheios.</p>
<p style="text-align: justify;">Confessados os pecados, uma ou mais pessoas dentre as que presidem a celebração anunciarão à comunidade, em nome de Deus, o perdão. Uma palavra bíblica reveladora do amor de Deus para conosco expressará a graça do Senhor.</p>
<p><strong>Anúncio da Palavra de Deus</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Perdoados por Deus e admitidos à sua presença, podemos ouvir a sua Palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">As leituras bíblicas para a celebração ficam a critério dos grupos de preparação. É boa tradição, de todas as nossas Igrejas, ler-se textos do Antigo e do Novo Testamento. Nossa tradição litúrgica propõe mesmo quatro textos: um salmo, um texto do Antigo testamento, um trecho da Epístola e uma parte do Evangelho, todos relacionados tematicamente entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">Um de tais textos deveria servir como base para a pregação ou partilha da Palavra. A explicação do texto quer servir à edificação da comunidade. Um pregador, escolhido de comum acordo, enfocará alguns aspectos do texto. Em grupos menores, é sempre interessante dar espaço a que toda a comunidade se manifeste sobre a Palavra.</p>
<p><strong>O Credo Apostólico e o Pai-Nosso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As orações de súplica ou de louvor sempre dependerão do motivo que ocasionou a celebração e deverão ser pensadas no momento de preparação. Contudo, não devem faltar o Credo Apostólico, como confissão de fé comum em todas as nossas Igrejas, e a oração do Pai-Nosso, de preferência na versão ecumênica.</p>
<p style="text-align: justify;">O Credo Apostólico é o mais universal dos símbolos da unidade. A cada Domingo e a cada celebração, nossas comunidades confessam a sua fé com estas palavras. Na distância e na separação, é um importante sinal de unidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo ocorre com a oração que Cristo mesmo nos ensinou, o Pai-Nosso. Nela se incluem todas as nossas necessidades e todo o nosso louvor. Na oração do Pai-Nosso, damos mais um testemunho de unidade, apesar das diferenças. O plural que o perpassa nos irmana em súplica e louvor.</p>
<p><strong>Orações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além do Credo Apostólico e do Pai-Nosso, uma oração de intercessão, de súplica e de louvor deveria fazer parte do culto. Nela, pedimos por nós mesmos, enquanto comunidade reunida. Aí uma súplica especial pela unidade que buscamos tem o seu lugar, ao lado de outras questões que nos afligem. Não deveríamos, porém, esquecer de interceder por outras pessoas. Na presença de Deus trazemos as dificuldades pelas quais passam irmãos e irmãs, pessoas cristãs ou não, de nosso lugar ou de fora, pedindo que Deus lhes abrande o sofrimento e as ajude a superar seus males, sua opressão, sua falta de pão.</p>
<p><strong>Bênção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde os tempos do deserto, o Deus que libertara seu povo do Egito instituiu a sua bênção sobre sua assembléia. Aarão e seus filhos receberam de Deus, através de Moisés, a tarefa de abençoarem o povo dizendo: &#8220;O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto, e te dê a paz&#8221; (Nm 6,24-26).<br />
Existem outras fórmulas para proferir a bênção. Há também formas coletivas de proferi-la, acompanhada de gestos de pessoa a pessoa na comunidade. Que varie a forma, isto não importa. A comunidade, porém, não pode ser enviada ao mundo, sem a bênção do Senhor.</p>
<p style="text-align: right;">Comissão Teológica do<br />
Conselho Nacional De Igrejas Cristãs – CONIC</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diversidade e Comunhão.</p>
<p style="text-align: right;">Um convite ao ecumenismo<br />
Paulinas,2004</p>
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		<title>CONIC</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O CONIC foi fundado no ano de 1982, na cidade de Porto Alegre (RS). Sua criação é fruto de um longo processo de discussão e articulação entre as igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Metodista. As primeiras conversas para a criação do Conselho ocorreram em 1975. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>CONIC</strong> foi fundado no ano de 1982, na cidade de Porto Alegre (RS). Sua criação é fruto de um longo processo de discussão e articulação entre as igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Metodista. <span id="more-952"></span>As primeiras conversas para a criação do Conselho ocorreram em 1975. Ao todo, foram realizadas 13 reuniões entre as presidências nacionais das igrejas acima citadas para, no ano de 1982, definir-se pela criação do CONIC.</p>
<p style="text-align: justify;">A mensagem final da Assembleia que deu origem ao Conselho apresentou a MISSÃO de “colocar-se a serviço da unidade das igrejas, empenhando-se em acompanhar a realidade brasileira, confrontado-a com o Evangelho e as exigências do Reino de Deus”. É compromisso do CONIC, portanto, atuar em favor da dignidade e dos direitos e deveres das pessoas, até como forma de fidelidade à mensagem evangélica.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, com sede em Brasília (DF), o CONIC mantém entre os seus objetivos a promoção das relações ecumênicas entre as igrejas cristãs e o fortalecimento do testemunho conjunto das igrejas-membro na defesa dos Direitos Humanos. Para alcançar essa meta, as igrejas que compõem o CONIC vivenciam uma parceria de diálogo, de valorização da vida humana, de amizade fraterna e de convivência enquanto entidades que buscam um caminho comum.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.conic.org.br/cms/conic" target="_blank">CONIC</a></p>
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		<title>CELMU</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Histórico O CELMU (Curso ecumênico de formação e atualização litúrgico-musical) completou 20 anos. Durante esta linda história, inúmeros agentes de música litúrgica do Brasil buscaram formação e aprofundamento e tornaram-se referência para a liturgia em suas comunidades. Objetivos: Promover uma melhor integração da música na liturgia, mediante uma preparação adequada dos seus agentes, para que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Histórico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O CELMU (Curso ecumênico de formação e atualização litúrgico-musical) completou 20 anos. Durante esta linda história, inúmeros agentes de música litúrgica do Brasil buscaram formação e aprofundamento e tornaram-se referência para a liturgia em suas comunidades.<span id="more-948"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objetivos:</strong><br />
Promover uma melhor integração da música na liturgia, mediante uma preparação adequada dos seus agentes, para que sua formação ministerial seja verdadeira expressão do Ministério Pascal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destinatários:</strong><br />
Compositores, letristas, animadores de canto, regentes, instrumentistas que estejam engajados nas ações litúrgico-musicais e que garantam o efeito multiplicador nas comunidades.<br />
Idade mínima de 18 anos.<br />
Curso CELMU 2013</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data e Local do Curso</strong><br />
A próxima etapa será realizada de 07 a 17 de janeiro de 2013, no Seminário Santo Antônio (Estrada de Piratininga, km 4 &#8211; Agudos, SP &#8211; próximo a Bauru). www.seminario.org.br . Acesso Fr. Gregório Johnseher.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições:</strong><br />
Taxa de inscrição: R$150,00 (cento e cinquenta reais) até 31 de julho de 2012.<br />
N.B.: A inscrição, juntamente com o comprovante de depósito, deverá ser enviada por correio, fax ou e-mails (secretaria@celmu.com.br ou celmu@casadareconcilicao.com.br).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Formas de pagamento do curso:</strong><br />
Além da taxa de inscrição (R$150,00), temos as opções:<br />
&#8211; Parcela única: R$900,00 até 31/09/2012<br />
&#8211; Parcelamento em 4 ou 6 vezes:<br />
&#8211; 4 parcelas de R$255,00 com vencimentos em 30/09, 31/10, 30/11 e 20/12.<br />
&#8211; 6 parcelas de R$ 175,00 com vencimentos em 31/07, 31/08, 30/09, 31/10, 30/11 e 20/12.1<br />
Dados bancários:<br />
Banco Bradesco &#8211; Ag.: 1074-0, C/C: 44.326-3 em nome da Associação dos Amigos do Curso Ecumênico de Formação Litúrgico Musical &#8211; ACELMU &#8211; CNPJ: 06.340.646/0001-02.</p>
<p style="text-align: justify;">Obs.: Em caso de desistência a taxa de inscrição não será devolvida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Disciplinas:</strong><br />
&#8211; Canto Coral<br />
&#8211; Canto Gregoriano<br />
&#8211; Ecumenismo<br />
&#8211; Educação Musical (Musicalização)<br />
&#8211; Harmonia e Contraponto<br />
&#8211; História da Música na Liturgia Cristã<br />
&#8211; Iniciação Musical (Metodologia para o ensino)<br />
&#8211; Liturgia<br />
&#8211; Percepção Musical<br />
&#8211; Prática Instrumental<br />
&#8211; Prosódia<br />
&#8211; Regência<br />
&#8211; Cultura Popular<br />
&#8211; Técnica Vocal<br />
&#8211; Teoria Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Duração do curso e Certificado:</strong><br />
O curso é realizado em três etapas, durante 11 (onze) dias cada etapa, sempre no mês de janeiro, com entrega de certificados.<br />
Nota: A Coordenação do Curso oferece uma 4ª etapa para aqueles que já o concluíram e desejam<br />
aprofundamento e reciclagem. A realização desta etapa depende de um número mínimo de 15<br />
alunos inscritos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instituições Promotoras:</strong><br />
&#8211; Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)<br />
&#8211; Instituto Metodista de Ensino Superior &#8211; SBC &#8211; SP<br />
&#8211; Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard<br />
&#8211; Faculdade de Teologia da Igreja Metodista &#8211; SBC &#8211; SP<br />
&#8211; Faculdade Santa Marcelina &#8211; SP<br />
&#8211; Conselho Nacional das Igrejas Cristãs &#8211; CONIC<br />
&#8211; Igreja Presbiteriana Independente do Brasil<br />
&#8211; Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL<br />
&#8211; Movimento Fraternidade de Igrejas Cristãs – MOFIC</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coordenação Executiva:</strong><br />
José Carlos Sala (Católica)<br />
Maria Aparecida Bento (Católica)<br />
Marieny Barbosa Leite (Presbiteriana Independente)<br />
Odair Carrer (Metodista)<br />
Roberto Roschel (Metodista)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informações:</strong><br />
Secretaria do CELMU<br />
A/C Maristela Sousa e Freitas<br />
Rua Afonso de Freitas, 704 &#8211; Paraíso &#8211; São Paulo, SP<br />
CEP 04006-052<br />
Tel.: (11) 3885-5025 / Fax: (11) 3885-5025 (2ªs e 5ªs-feiras, horário comercial)<br />
e-mail: secretaria@celmu.com.br<br />
celmu@casadareconciliacao.com.br<br />
<a title="www.celmu.com.br" href="www.celmu.com.br" target="_blank">www.celmu.com.br</a></p>
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		<title>CONER</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:31:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho de Ensino Religioso do Estado de São Paulo &#8211; CONER/SP, é uma instituição de direito privado brasileiro, de natureza associativa, apolítica, sem fins lucrativos, fundada por tempo indeterminado e com número ilimitado de associados, em data de 09 de outubro de 1997, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo.Epistemologicamente o Ensino [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Conselho de Ensino Religioso do Estado de São Paulo &#8211; CONER/SP</strong>, é uma instituição de direito privado brasileiro, de natureza associativa, apolítica, sem fins lucrativos, fundada por tempo indeterminado e com número ilimitado de associados, em data de 09 de outubro de 1997, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo.<span id="more-944"></span>Epistemologicamente o Ensino Religioso ocupa-se com o conhecimento religioso, situado num espaço para além das instituições Religiosas e/ou Tradições Religiosas. O espaço onde se situa o conhecimento religioso é o &#8220;humano&#8221;. Seu fundamento é antropológico. O enfoque porém, é o ser humano enquanto em busca de Transcendência. Ultrapassa, o conhecimento comum aos crentes que têm um conhecimento &#8220;dado&#8221; e aceito pelo ato de fé.</p>
<p>O conhecimento religioso é uma construção, fruto do esforço humano. Em razão disto, o conhecimento religioso precisa ser epistemologicamente enfocado nas dimensões antropológica, sociológica, psicológica e teológica.</p>
<p><strong>Objetivos:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Congregar as denominações religiosas interessadas, com o objetivo específico de constituírem-se em entidade civil, para os fins previstos no parágrafo 2o do artigo 33 da Lei n. 9394 de 20 de dezembro de 1996 com nova redação que lhe dá a Lei n. 9475, de 22 de julho de 1997.<br />
<strong>2.</strong> Articular a ação conjunta de todas as denominações associadas, com o objetivo de somar forças na busca de meios e condições que assegurem a tutela do direito à liberdade de consciência e confissão religiosa e do direito ao ensino religioso, como parte integrante ao menos da formação básica do cidadão.<br />
<strong>3.</strong> Colaborar com as competentes autoridades na regulamentação dos processos para a definição da formulação e execução dos conteúdos básicos, urgindo o cumprimento dos mesmos.<br />
<strong>4.</strong> Apoiar a formação de profissionais para o Ensino Religioso.</p>
<p>Podem pertencer ao quadro social do CONER/SP as denominações religiosas que, constituídas em qualquer Comarca do território estadual de São Paulo, no mínimo há 5 (cinco) anos, e que tenham representatividade legal em municípios do Estado de São Paulo.</p>
<p>A admissão ao Quadro Social do CONER/SP de novas associadas faz-se mediante a proposta ao presidente da diretoria do CONER/SP.</p>
<p><strong>Igrejas:</strong></p>
<p>&#8211; Igreja Armênia Apostólica<br />
&#8211; Igreja Episcopal Anglicana do Brasil<br />
&#8211; Igreja Católica Apostólica Romana<br />
&#8211; Igreja Cristã Reformada do Brasil<br />
&#8211; Igreja Metodista<br />
&#8211; Igreja Presbiteriana Unida.</p>
<p><strong>Propostas para admissão:</strong></p>
<p>As propostas para admissão ao quadro social devem ser enviadas à sede do CONER/SP:</p>
<p>Rua Afonso de Freitas, 704<br />
Paraíso &#8211; São Paulo &#8211; SP<br />
CEP 04006-052<br />
Fone: (011) 884 1544</p>
<p><strong>Documento do CONER:</strong></p>
<p><strong>CONSELHO DO ENSINO RELIGIOSO DO ESTADO DE SÃO PAULO ( CONER- SP)</strong></p>
<p>O CONER-SP, fundado em 09 de outubro de 1997, congrega as seguintes Igrejas: Armênia Apostólica, Episcopal Anglicana, Católica Apostólica Romana, Cristã Reformada do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Metodista e Presbiteriana Unida.</p>
<p>Teve os seus estatutos registrados no 8º Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas no dia 24 de outubro de 1997.Segundo os estatutos o CONER-SP tem por finalidade:<br />
I &#8211; Congregar as denominações religiosas interessadas, com o objetivo específico de constituírem-se em entidade civil, para os fins previstos no parágrafo 2º do artigo 33 da Lei no. 9394 de 20 de dezembro de 1996 com a nova redação que lhe dá a Lei no. 9475, de 20 de julho de 1997;<br />
II &#8211; articular a ação conjunta de todas as denominações associadas, com o objetivo de somar forças na busca de meios e condições que assegurem a tutela do direito à liberdade de consciência e confissão religiosa e do direito ao ensino religioso, como parte integrante, ao menos da formação básica do cidadão;<br />
III &#8211; colaborar com as competentes autoridades na regulamentação dos processos para a definição da formulação e execução dos conteúdos básicos, urgindo o cumprimento dos mesmos;<br />
IV &#8211; apoiar a formação de profissionais para o Ensino Religioso.</p>
<p>Algumas atividades realizadas:Além de procedimentos requeridos para o registro dos Estatutos e aquisição de CPF e da realização da Assembléia Ordinária em 12 de fevereiro de 1998 podemos elencar as seguintes atividades:<br />
1. Durante este ano realizamos 10 reuniões ordinárias da diretoria, para avaliar e planejar atividades.<br />
2. Mantivemos dois encontros da Diretoria com a Presidente do Conselho Estadual de Educação, Profª. Bernadete Angelina Gati, além da entrega de um documento solicitado pela mesma.<br />
3. Tentativas de contato com Secretarias Municipais de Ensino e Delegacias Estaduais buscando diálogo para a implantação do ER. Para tanto foram envidas um total de 803 cartas. Das quais recebemos resposta da Secretaria Municipal de Guapiara, Sorocaba, Mogi das Cruzes, e da Delegacia de Ensino de Bebedouro.<br />
4. Carta endereçada aos Dirigentes das Igrejas representadas no CONER dando conhecimento desses encontros e solicitando que cada Igreja procure conscientizar professores e pais sobre a importância de ER.<br />
5. Participação da Diretoria no X Encontro de Dirigentes Cristãos do MOFIC, explicando as realizações do Conselho e solicitando o aval das Igrejas para esse trabalho.<br />
6. Contatos com assessores de ERE da CNBB e Coneres de outros Estados para conhecimento e troca de experiências.<br />
7. Contatos com a ASPER (Associação de Professores do Ensino Religioso do Estado de São Paulo) para troca de experiências e formação dos professores para o ERE, em duas reuniões realizadas na sede do CONER-SP.<br />
8. Participação em dois seminários de capacitação para professores promovidos pela ASPER, bem como da sua assembléia geral.<br />
9. Participação de membro da Diretoria no Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso, na Quinta Sessão e no Quarto Seminário de Capacitação de Professores para o Ensino Religioso.<br />
10. Participação de membros da Diretoria em encontros diocesanos na cidade de Santo André sobre ER. Respostas a solicitações e informações relativas ao ER. Esta atividade desenvolveu-se em três encontros.<br />
11. Participação de membros da Diretoria no 12º ENER (Encontro Nacional de Ensino Religioso), na cidade de Campinas .<br />
12. Participação de membros da Diretoria na Assembléia de Professores de Ensino Religioso da Arquidiocese de São Paulo.<br />
13. Estivemos presente ainda em uma reunião no CNE(Conselho Nacional de Educação) em Brasília por ocasião da sessão aberta em que se discutiu a normatização do ER dentro das 800 horas-aula.<br />
14. Promovemos o encontro da Coen San, monja budista, com a Profa. Bernadete Angelina Gati, presidente do Conselho Estadual de Educação.<br />
15. Procuramos manter contato com instituições de ensino que estão promovendo cursos de capacitação, para auxiliá-los se possível e verificar se os mesmos estão dentro das normativas aprovadas pelo MEC (Ministério de Educação e Cultura).<br />
16. Encontro da Diretoria com a Presidente do CONER-SANTOS/SP (Municipal), por ocasião de sua fundação.</p>
<p>As orientações do CONER-SP se baseiam nos &#8220;Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso&#8221; e de orientações recebidas do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso.</p>
<p>São Bernardo do Campo, 25 de março de 1999.</p>
<p>Sylvia Maura Gusman de Souza<br />
Secretária Executiva</p>
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		<title>MOFIC</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:19:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Movimento de Fraternidade de Igrejas Cristãs, MOFIC, tem sua sede na Casa da Reconciliação e conta com o compromisso e a participação das Igrejas Cristãs Históricas. A missão pastoral na cidade de São Paulo é, atualmente, prioridade para o trabalho do MOFIC. Dessa convicção, surgiram alguns grupos de trabalho: APC &#8211; Ação Pastoral na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Movimento de Fraternidade de Igrejas Cristãs</strong>, <strong>MOFIC</strong>, tem sua sede na Casa da Reconciliação e conta com o compromisso e a participação das Igrejas Cristãs Históricas. <span id="more-937"></span>A missão pastoral na cidade de São Paulo é, atualmente, prioridade para o trabalho do MOFIC. Dessa convicção, surgiram alguns grupos de trabalho:</p>
<ul>
<li><strong>APC &#8211; Ação Pastoral na Cidade</strong></li>
</ul>
<p>Grupo de lideranças e agentes educacionais que busca promover uma articulação ecumênica entre aqueles(as) que trabalham com a População de Rua, nas Casas de Convivência e Albergues.</p>
<p>O Grupo APC tem como objetivo ajudar aqueles que estão ajudando, solidarizar-se com os que estão sofrendo.</p>
<p>Reúne-se mensalmente na Casa da Reconciliação e, anualmente, promove um Dia de Convivência para todas as pessoas que trabalham nesta área, nas instituições das diferentes igrejas.</p>
<p><strong>Histórico:</strong></p>
<p>O MOFIC foi constituído aos 27 de abril de 1977, com a participação de lideranças religiosas das Igrejas-membro.</p>
<p>O Compromisso foi assumido e assinado, pela primeira vez, aos 09 de junho de 1984, pelas Igrejas: Anglicana, Metodista, Luterana e Católica Romana. Em 18 de maio de 1991, as quatro Igrejas renovaram o Compromisso e as Igrejas Presbiteriana Unida e Armênia Apostólica o assumiram e o assinaram pela primeira vez.</p>
<p>No dia 18 de novembro de 1992, o MOFIC foi reconhecido como representação do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, em São Paulo.</p>
<p>O MOFIC, a partir de 20 de setembro de 2000, passou a ser uma Representação Estadual do CONIC. Hoje, conta com alguns Núcleos Regionais: Campinas, Jundiaí e Vale do Paraíba. O Núcleo de Botucatu está em fase de formação.</p>
<p>No dia 01 de junho de 2006, a Igreja Ortodoxa Antioquina assinou, pela primeira vez, o Compromisso. E as Igrejas acima mencionadas renovaram seu Compromisso de continuar trabalhando unidas em prol da Unidade dos Cristãos.</p>
<p><strong>Objetivos:</strong></p>
<p>Geral:<br />
Desenvolver o espírito de fraternidade e de cooperação entre as Igrejas Cristãs no Estado de São Paulo.</p>
<p>Específico:<br />
Planejar, promover e avaliar as suas atividades ecumênicas realizadas em São Paulo, nas áreas de oração, celebração, (espiritualidade) estudo (formação) e ação social.</p>
<p><strong>Igrejas membro:</strong></p>
<p>&#8211; Apostólica Armênia<br />
&#8211; Episcopal Anglicana<br />
&#8211; Católica Romana<br />
&#8211; Evangélica de Confissão Luterana no Brasil<br />
&#8211; Presbiteriana Unida<br />
&#8211; Ortodoxa Antioquina</p>
<p><strong>Atividades:</strong></p>
<p>&#8211; Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos<br />
&#8211; Celebrações Ecumênicas no Advento, formaturas e em outras ocasiões<br />
&#8211; Estudos Bíblicos<br />
&#8211; Seminários<br />
&#8211; Encontro de Dirigentes Cristãos de São Paulo<br />
&#8211; Encontro de grupos, entidades ecumênicas etc&#8230;</p>
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		<title>CEDRA</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:15:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[A CEDRA, criada aos 5 de outubro de 1977, é o órgão encarregado de promover e articular o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso na Arquidiocese de São Paulo. São membros da CEDRA: um sacerdote, dois representantes &#8211; religiosos(as) e/ou leigos(as) &#8211; de cada Região Episcopal da Arquidiocese de São Paulo. Os membros da Comissão têm um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>CEDRA</strong>, criada aos 5 de outubro de 1977, é o órgão encarregado de promover e articular o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso na Arquidiocese de São Paulo.<br />
<span id="more-933"></span>São membros da CEDRA: um sacerdote, dois representantes &#8211; religiosos(as) e/ou leigos(as) &#8211; de cada Região Episcopal da Arquidiocese de São Paulo. Os membros da Comissão têm um mandato de três anos, renovável uma vez.<br />
A atual Comissão têm como ponto de referência a Casa da Reconciliação, situada à Rua Afonso de Freitas, 704, Paraíso.</p>
<p><strong>Objetivos:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Favorecer o Ecumenismo espiritual através de preces pessoais e da oração em comum conforme indicação do Decreto sobre o Ecumenismo.<br />
<strong>2.</strong> Promover estima mútua, compreensão, caridade e relações entre católicos e cristãos de diferentes denominações.<br />
<strong>3.</strong> Promover, com os cristãos de diferentes denominações, um testemunho comum de fé cristã e de ação conjunta, na educação, no campo moral e social, nas ciências e nas artes.<br />
<strong>4.</strong> Colaborar, através de cursos e palestras, para a formação de clérigos, leigos(as), religiosos(as) no que se refere à vivência do espírito ecumênico.<br />
<strong>5.</strong> Articular-se com o Conselho de Fraternidade Cristão-Judaica de São Paulo e com o Diálogo Religioso com o Judaísmo, através de:<br />
&#8211; promoções de atos interconfissionais;<br />
&#8211; participação nos eventos marcantes da coletividade judaica;<br />
&#8211; apoio a iniciativas de cursos sobre judaísmo e relações cristão-judaicas;<br />
&#8211; incentivo a publicações e pronunciamentos esclarecedores para a opinião pública a respeito de preconceitos anti-semitas e manifestações de discriminação religiosa.<br />
<strong>6.</strong> Estabelecer linhas de comunicação com as religiões que estão presentes em São Paulo.<br />
<strong>7.</strong> Planejar, promover e avaliar suas atividades ecumênicas em São Paulo em conjunto com o Movimento de Fraternidade de Igreja Cristãs &#8211; MOFIC.</p>
<p><strong>Atividades:</strong></p>
<p>&#8211; Celebração da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e celebrações ecumênicas em diversas circunstâncias.<br />
&#8211; Cursos de ecumenismo e de diálogo religioso em seminários e faculdades, assim como atendimento a setores, diversas pastorais e paróquias, nas Regiões Episcopais.<br />
&#8211; Encontros de estudo e aprofundamento sobre temas teológicos e pastorais para agentes da Igreja católica (leigos(as), religiosos(as) e padres), e para membros de outras denominações.<br />
&#8211; Orientação para celebrações de casamentos mistos e de outros eventos ecumênicos.<br />
&#8211; Planejamento de atividades ecumênicas em conjunto com o MOFIC.<br />
&#8211; Estudos bíblicos, seminários, programas de rádio.</p>
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		<title>DCJ</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Comissão Nacional de Diálogo Religioso Católico-Judaico &#8211; DCJ Diretrizes A Comissão Nacional de Diálogo Religioso Católico-Judaico (DCJ) é uma comissão mista e permanente criada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no dia 27 de fevereiro de 1981, para articular em nível nacional o diálogo religioso entre católicos e judeus do Brasil. Integra a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comissão Nacional de Diálogo Religioso Católico-Judaico &#8211; DCJ</strong></p>
<p><strong>Diretrizes</strong></p>
<p>A Comissão Nacional de Diálogo Religioso Católico-Judaico (DCJ) é uma comissão mista e permanente criada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no dia 27 de fevereiro de 1981, para articular em nível nacional o diálogo religioso entre católicos e judeus do Brasil.<span id="more-925"></span></p>
<p>Integra a Comissão pessoas pertencentes a comunidades católicas e judaicas, interligando-as a partir de seus objetivos a serem alcançados em 4 níveis: institucional, teológico, de ação conjunta e de contato pessoal.</p>
<p><strong>I &#8211; Diálogo Institucional</strong></p>
<p>Diálogo oficial da Comissão como instituição organizada.</p>
<p>Para efetivá-lo, deverá a Comissão:</p>
<p><strong>1.</strong> Coordenar seus trabalhos com um núcleo central e com núcleos regionais.<br />
<strong>2.</strong> Manter-se em contato com:<br />
<strong>   a)</strong> A Comissão internacional de Ligação entre a Igreja Católica e o Judaísmo Mundial.<br />
<strong>   b)</strong> A Pontifícia Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo.<br />
<strong>   c)</strong> O Internacional Jewish Committee on Intereligious Consultations.<br />
<strong>   d)</strong> O Departamento de Ecumenismo e Diálogo Religioso do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).<br />
<strong>   e)</strong> A Confederação Israelita do Brasil (CONIB).<br />
<strong>   f)</strong> A Comissão Episcopal de Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso da CNBB.<br />
<strong>3.</strong> Intercambiar dados e informes com as congêneres comissões nacionais de outros países.<br />
<strong>4.</strong> Conjugar esforços com os Conselhos de Fraternidade Cristão-Judaica.<br />
<strong>5.</strong> Apoiar iniciativas de outros grupos ecumênicos, inter-religiosos e inter-culturais que favoreçam o desenvolvimento do diálogo.<br />
<strong>6.</strong> Estimular as lideranças religiosas católicas e judaicas do país para que:<br />
<strong>   a)</strong> incentivem o diálogo religioso em suas respectivas comunidades;<br />
<strong>   b)</strong> rejeitem todas as iniciativas contrárias à prática do diálogo;<br />
<strong>   c)</strong> prestigiem, com sua presença, as realizações da Comissão.</p>
<p><strong>II &#8211; Diálogo Teológico</strong></p>
<p>Diálogo temático destinado a alicerçar em sólidos fundamentos teológicos os motivos e as justificativas do relacionamento entre a Igreja Católica e o Judaísmo. Visa aprofundar o conhecimento do patrimônio religioso comum a judeus e católicos.</p>
<p>Para viabilizá-lo, a Comissão buscará:</p>
<p><strong>1.</strong> Promover estudos sobre temas teológicos nas reuniões de grupo e nas assembleias gerais.<br />
<strong>2.</strong> Recorrer a especialistas judeus e católicos para assessorarem a reflexão teológica.<br />
<strong>3.</strong> Divulgar subsídios de reflexão teológica sobre o diálogo católico-judaico.<br />
<strong>4.</strong> Sugerir, aos responsáveis pela formação do clero brasileiro, temática ou planos de aulas sobre o Judaísmo e as suas relações com o Cristianismo.<br />
<strong>5.</strong> Propor, aos responsáveis pelo ensino religioso, a temática do diálogo na educação da fé.<br />
<strong>6.</strong> Alertar os responsáveis para a necessidade de deixar vazar, em termos de diálogo, os comentários dos folhetos litúrgicos em uso na Igreja Católica.<br />
<strong>7.</strong> Ensejar o intercâmbio de especialistas judeus em comunidades católicas e especialistas católicos em comunidades judaicas para esclarecimento sobre o diálogo religioso.</p>
<p><strong>III &#8211; Diálogo de Ação Conjunta</strong></p>
<p>Diálogo prático que se processa mediante a implementação de projetos de ação conjunta de católicos e judeus para o incremento do diálogo. Para concretizá-lo, a Comissão procurará:</p>
<p><strong>1.</strong> Reunir-se periodicamente.<br />
<strong>2.</strong> Realizar assembleias gerais com a participação de todos os integrantes regionais.<br />
<strong>3.</strong> Sensibilizar a opinião pública através dos meios de comunicação acerca dos motivos e das vantagens do diálogo religioso.<br />
<strong>4.</strong> Posicionar-se diante de casos de atentado grave ao princípio que norteiam o diálogo religioso.<br />
<strong>5.</strong> Participar, ao lado de pessoas de credos e culturas diferentes, de promoções em que a causa do diálogo esteja em jogo, bem como estimular ações concretas, principalmente no campo social, promovidas por grupos inter-religiosos.<br />
<strong>6.</strong> Conferir o Prêmio Patriarca Abraão a personalidades ou entidades de destaque no diálogo religioso.<br />
<strong>7.</strong> Celebrar o Dia Nacional do Diálogo (28 de outubro).</p>
<p><strong>IV &#8211; Diálogo de Contato Pessoal</strong></p>
<p>Diálogo inter-pessoal dos membros da Comissão entre si com os outros de fora do grupo. Para realizá-lo, a Comissão tratará de:</p>
<p><strong>1.</strong> Inter-relacionar católicos e judeus numa convivência fraterna acima de quaisquer preconceitos históricos.<br />
<strong>2.</strong> Preservar o sentido de alteridade entre os seus membros no respeito e acatamento às idéias e opiniões divergentes, em clima de leal reciprocidade.<br />
<strong>3.</strong> Criar e nutrir laços de solidariedade entre todos os seus membros.<br />
<strong>4.</strong> Entrosar-se com os Conselhos de Fraternidade Cristão-Judaica.<br />
<strong>5.</strong> Acolher nos encontros a presença de jovens.<br />
<strong>6.</strong> Convidar líderes religiosos católicos e judaicos para assumirem a presidência honorária ou efetiva dos trabalhos.<br />
<strong>7.</strong> Mostrar-se igualmente aberta e receptiva a outros grupos ecumênicos, inter-religiosos e inter-culturais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CONAC</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 20:07:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Organismos Ecumênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Comissão Nacional Anglicano-Católica Romana promovendo o Diálogo entre as duas Igrejas. Um pouco de História A Comissão Internacional de Diálogo entre a Comunhão Anglicana e a Igreja Católica Romana é o resultado do compromisso assumido pelo Papa Paulo VI e pelo Arcebispo de Cantuária, Dr. Michael Ramsey, em 1966.Desde aquele encontro, a Igreja Católica Romana e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comissão Nacional Anglicano-Católica Romana promovendo o Diálogo entre as duas Igrejas.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Um pouco de História</strong></p>
<p>A Comissão Internacional de Diálogo entre a Comunhão Anglicana e a Igreja Católica Romana é o resultado do compromisso assumido pelo Papa Paulo VI e pelo Arcebispo de Cantuária, Dr. Michael Ramsey, em 1966.<span id="more-884"></span>Desde aquele encontro, a Igreja Católica Romana e a Comunhão Anglicana entraram num processo de diálogo fecundo, que se tem caracterizado pela descoberta de significativos elementos de fé que compartilhamos e por um desejo de manifestar o que temos em comum, conjuntamente, através do testemunho, da oração e do serviço.<br />
A Comissão Nacional Anglicano-Católica Romana – CONAC, desfecho de muitas reuniões preparatórias realizadas no ano anterior, foi formalmente organizada, no Brasil, em 1982, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e pelo Sínodo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.<br />
Com sede em São Paulo, a Comissão tem o compromisso de continuar esse Diálogo, iniciado em 1966, entre as duas Igrejas, e buscar o crescimento na Oração, na Unidade e na Missão.</p>
<p><strong>Atividades da CONAC</strong></p>
<p>&#8211; Traduziu e estudou vários trabalhos da Comissão Internacional Anglicano-Católica Romana – ARCIC. Entre eles: Eucaristia; Ministério e Ordenação; Autoridade na Igreja; Maria, Graça e Esperança em Cristo&#8230;<br />
&#8211; Apoiou a realização das Campanhas da Fraternidade Ecumênicas de 2000, 2005 e 2010.<br />
&#8211; Refletiu sobre a importância do Ensino Religioso com programas ecumênicos, nas escolas públicas.<br />
&#8211; Recomendou que a matéria “Ecumenismo” fosse introduzida nos currículos das faculdades teológicas das Igrejas Cristãs.<br />
&#8211; Sugeriu a elaboração de folhetos litúrgicos comuns para celebrações ecumênicas especiais.<br />
&#8211; Realizou três grandes Encontros entre Bispos Anglicanos e Católico-Romanos, em 2001, 2003 e 2006, para estudo e debate de questões referentes ao Diálogo entre as duas Igrejas.<br />
&#8211; Participou do Encontro Internacional em Mississauga, Canadá, em 2001, através de seus membros D. Glauco Soares de Lima e D. Antonio Celso de Queiroz.</p>
<p><strong>Juntos, Anglicanos e Católicos</strong></p>
<p>&#8211; Cremos que a vida cristã começa nas águas do Batismo&#8230; Nosso pleno reconhecimento mútuo do Batismo é base efetiva da crescente comunhão entre nós.<br />
&#8211; Cremos que todos os batizados, que aceitam Jesus Cristo como seu Salvador, estão em comunhão entre si, ainda que imperfeita.<br />
&#8211; Cremos na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.<br />
&#8211; Professamos nossa Fé, através dos Credos Apostólico e Niceno-Constantinopolitano.<br />
&#8211; Cremos que o ecumenismo se expressa no compartilhamento da oração e na reflexão da Palavra de Deus, no diálogo amoroso e sincero, no respeito mútuo, no tratamento igualitário entre as Igrejas, na cooperação e na aceitação das suas diferenças como riquezas comuns de toda a Igreja de Cristo.<br />
&#8211; Cremos que o verdadeiro ecumenismo estende-se para além do diálogo teológico, abrangendo a nossa vida espiritual e o testemunho comum. À medida em que o diálogo vai progredindo, o amor a Cristo que tantos católicos e anglicanos têm descoberto uns nos outros, convida-nos à cooperação e ao serviço concretos.<br />
Essa solidariedade no serviço de Cristo, experimentada por muitas de nossas comunidades no mundo inteiro, fornece novo ímpeto ao nosso relacionamento.<br />
&#8211; Cremos que Deus quer a unidade visível de todo o povo cristão e que tal unidade é, em si mesma, parte de nosso testemunho.</p>
<p><strong>Reconhecemos</strong></p>
<p><strong>*</strong> A íntima relação que existe entre a unidade da Igreja, a paz, o bem-estar da comunidade humana e a integridade de toda a criação.<br />
<strong>*</strong> O “grau de acordo na fé”, existente entre as duas Igrejas, que fornece a base para uma ação conjunta na justiça social e no cuidado pastoral, e para a partilha de uma ação comum em nosso mundo fragmentado.<br />
Portanto, devemos olhar para frente e não poupar esforços para alcançar esse ideal: ser batizado no Cristo é ser batizado na esperança, “e a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5).</p>
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